O maior partido aliado do PT pressiona o governo a cede aos partidos da
base aliada, a cabeça de chapa das prefeituras do Partido dos
Trabalhadores nas mais importantes cidades brasileiras. A medida deve
provocar imediata repercussão na sucessão da prefeita Maria do Carmo.
A notícia pegou os pré candidatos das do PT em 40 das 118 capitais e
o município com mais de 150 mil habitantes de surpresa. Santarém que é
governada pelo PT, e não apenas por isso,mas pela sua importância
política e econômica, deverá provocar uma porfunda reviravolta nas
discussões da sucessão.A adaptação às condições fazem parte de um acordo
que está sendo chamado de “jóias da corroa”. Uma forma de contemplar os
partidos aliados do governo federal. Só o PMDB, terá direito a 13 das
40 cidades que fazem parte do acordo.
A notícia publicada no ESTADÃO, diz textualmente que "o comando
nacional petista pressiona dirigentes locais a desistir de lançar
candidatos próprios para apoiar nomes indicados por legendas amigas". A
informação garante que esse acodo, é uma repetetição do que aconteceu no
governo Lula.Em 2004, na primeira eleição municipal durante o governo Luiz
Inácio Lula da Silva, a sigla cedeu a cabeça de chapa em 18 das 95
cidades estratégica. E como o acordo é feito visando as eleições de
2014, a base do governo, deve ratificar o apoio à candidatura de
reeleição da presidente Dilma. Como a decisão vem de cima pra baixo, só
restará ao PT nas cidades consideradas importentes, rever e se adaptar
ao acordo.
Até o momento as lideranças dos partidos da base aliada, ainda não
se manifestaram oficialmente. Antes de privilegiar as "jóias da corroa",
estava definido que o PT teria candidatura própria,tanto que a prefeita
Maria do Carmo chegou a anunciar em entrevista exclusiva ao IMPACTO em
fevereiro deste ano,que seu candidato à prefeitura, seria o Secretário
de Infraestrututa Inácio Corrêa.
A notícia pegou os companheiros de surpresa. O mais afoito foi Pedro
Peloso, que voficerou: 'Se ela pode eu posso', como que marcando seu
território dentro do partido,como um dos filiados mais antigos, pelo
fato de segundo ele a prefeita não ter discitido a sucessão dentro do
partido. Peloso de antemão se lançou pré candidato, na pré convenção do
PT, para disputar a vaga de candidato a prefeito.
Se prevalecer o peso político e não o número efetivo de vagas dos
partidos na base alaiada em Santarém, o PMDB, poderá ser o beneficiado.
Apesar de contar atualmente com apenas um vereador,(no início eram
dois), tem como vice prefeito, José Antônio Rocha que é do PMDB.A
prefeita Maria do Carmos, já admitiu à boca miúda que não vê nenhum
problema em ceder a cabeça de chapa a um partido, que tem sido parceiro
da sua administração.
Um acodor costurado no partido, evitou a saída do vereador José
Maria Tapajós, pelo aceno do Deputado Antônio Rocha, em acordar que os
dois disputarão suas pré candidaturas na convenção do partido, visando a
sucessão de Maria do Carmos.
Pela importância de Santarém, o município estaria incluido em tese
entre as 13 cidades do naco que cabe ao PMDB, ter cabeça de chapa. A
posição do PMDB, apesar de pertencer à base aliada, era de sair com
candidatura própria.
Entre os partidos que dão sustentação ao governo municipal, o PDT,
detém duas vagas na câmara municipal,(Marcela Tolentino e Bruno Pará), e
se prelalecer o número de representantes,o partido poderá entrar na
disputa. Como este é um fato novo, o PDT, pode desistir de sair da base,
informnação que já chegou a vasar na mídia local, sem portanto ter a
confirmação do seu presidente Osmando Figueiredo.
Outra dúvida, é quanto ao novato PSD, que também tem dois
vereadores, Maurício Corrêa e Gerlande Castro. Maurício inclusive já
manifestou publicamente na possibilidade de sai candidato nas próximas
eleições, depois de uma tumultuada relação com lideranças locais do
PMDB. Não dá pra desconsiderar também, que mesmo o PSD fazendo parte da base aliada no
município, tem ligações fortes no Pará, com o governo Simão Jatene,
cujas lideranças, incluindo os vereadores locais , sejam "convidados" a
participar de uma frente que deva se contrapor ao governo municipal, em
uma chapa de opisição.
Como a movimentação ainda é tímida,e as negociações só deve acender
no começo do ano, resta aguadar os desdobramento.Uma coisa é certa, com a
formação de uma chapa PMDB/PT, a oposição fica mais fragilizada, por
uma rzão muito simples: Quanto mais dividida a base aliada, maior o
poder de fogo da oposição que tem num primeiro momento, no nome do
Deputado Alexandre Von, a candidatura até agora mais consolidada.
( Impacto/RG15)